Entrevista com Alan Mangels, diretor Comercial e de Operações da Mangels

Entrevista com Alan Mangels, Diretor Comercial e de Operações da Mangels

 

A Mangels, fabricante de botijões de GLP, atende hoje de 20% a 30% do mercado de requalificação brasileiro e produz cerca de 1,5 milhão de vasilhame por ano. Além da fábrica de vasilhame, a empresa possui um Centro de Destroca e seis oficinas de requalificação de vasilhame de GLP em várias cidades brasileiras, onde são recuperados os botijões e cilindros de acordo com as normas da ABNT e da ANP. Confira abaixo, a entrevista de Alan Mangels, Diretor Comercial e de Operações da Mangels.

 

 O que você aponta como crucial na produção de vasilhames?

Primeiro é a segurança, porque o botijão tem que ter 100% de qualidade. Não só a qualidade do vasilhame em si, mas também a das válvulas que protegem os vasilhames. O botijão tem seus dispositivos de segurança para que, em caso de aumento da pressão interna, o GLP seja liberado, evitando danos maiores. Nós temos uma atenção muito grande com a questão da segurança e com a busca de melhores resultados, por isso todo nosso processo tem certificação pelas normas de segurança e qualidade.

 O consumidor também tem um papel importante na questão da segurança, uma vez que é preciso observar algumas regras para o uso. Qual aspecto que é importante frisar em relação ao uso seguro do recipiente?

O GLP é um produto seguro, desde que manuseado de acordo com regras simples de segurança. Um dos principais aspectos é o local em que ele será instalado, que deve ter ventilação e ficar abrigado do sol, da chuva e de umidade.

 Mangueiras e reguladores também devem ser observados?

Sim, manter mangueiras e reguladores sempre em dia e bem instalados é primordial para a segurança e o bom uso do botijão. Esses dois itens possuem prazo de validade de cinco anos da fabricação. Passado este prazo, os materiais podem apresentar defeitos, por isso, é preciso a manutenção dos reguladores e mangueiras dentro do prazo de validade e com o selo de aprovação do INMETRO.

 A Mangels também atua no mercado de requalificação. Como é esse trabalho?

A norma determina que, após 15 anos, os recipientes precisam ser requalificados. A requalificação do botijão é um processo rigoroso de teste e verificação interna e externa de seu estado e da resistência. Os cilindros que não suportam o teste são sucateados e não mais retornam ao mercado.

 Esse processo também está relacionado à segurança?

Sem dúvida. A Mangels tem, no Brasil, uma estrutura de requalificação de vasilhames. Nós também zelamos pela transparência, o que significa que tudo que precisa ser feito em termos de manutenção realmente é feito para proteger o vasilhame e, logicamente, o consumidor final, geralmente doméstico. Nós zelamos muito pela qualidade e menos pelo custo, mas sendo, claro, sempre competitivo. O processo inteiro tem que ser inteiramente seguro. 

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